Lauren

Ella

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Retarde o envelhecimento

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1 castanha por dia......não mais do que isso,
garante as doses de selênio de que seu corpo precisa
para preservar cada célula,
botar para fora possíveis substâncias tóxicas e viver mais.
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Cabe na palma da sua mão, e ainda sobra um espaço e tanto, a arma que vai superproteger as unidades microscópicas do seu organismo. Em segundos, ao mastigar uma única castanha-do-pará, você recarregará os níveis de um mineral extremamente importante para uma vida longa e saudável: o selênio. A pequena oleaginosa repõe a quantidade do nutriente necessária para dar combate ao envelhecimento celular, causado pela formação natural daquelas incansáveis moléculas que danificam as células, os radicais livres.

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Um estudo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, atesta que a ingestão diária de duas castanhas-do-pará recentemente rebatizadas castanhas-do- brasil eleva em 65% o teor de selênio no sangue. Mas provavelmente os neozelandeses não usaram o legítimo produto brasileiro. Ora, nós somos sortudos. É que as castanhas produzidas no Norte e no Nordeste do país são tão ricas em selênio que bastaria uma unidade para tirar o mesmo proveito. A recomendação é de que um adulto consuma, no mínimo, 55 microgramas por dia, diz a nutricionista Bárbara Rita Cardoso, pesquisadora do Laboratório de Minerais da Universidade de São Paulo. E com uma unidade da nossa castanha já é possível encontrar bem mais do que isso de 200 a 400 microgramas do bendito selênio. Aliás, o limite de consumo diário do mineral é de 400 microgramas, portanto, não vá com muita fome ao pote. No caso de uma criança, meia castanha seria suficiente, afirma Silvia Cozzolino, presidenta da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição.

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E por que toda essa fama do selênio? Ele é essencial para acionar enzimas que combatem os radicais livres, responde Christine Thomson, a pesquisadora neozelandesa que investigou as propriedades da castanha. O selênio se liga a algumas proteínas já existentes em nosso corpo para formar essas enzimas antioxidantes, descreve, completando, Bárbara Cardoso. Na ausência dele, as tais enzimas ficam sem atividade e, então, deixam de combater os radicais e ainda desguarnecem as defesas do organismo.

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O mineral da castanha também teria um papel especial na proteção do cérebro. É que, com essa capacidade de acabar com a farra dos radicais livres, as células nervosas seriam preservadas, evitando o surgimento de doenças neurodegenerativas com a idade. Justamente por isso, a pesquisadora Bárbara Rita Cardoso começa a estudar os possíveis benefícios do selênio em portadores do mal de Alzheimer. A gente desconfia que nesses pacientes os radicais façam maiores estragos, diz ela.

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A tiróide também funciona melhor na presença do selênio, acrescenta Christine Thomson. Isso porque, se não houver esse elemento, ela não consegue produzir direito seus célebres hormônios. O mineral também está intimamente associado à capacidade de o organismo se livrar de substâncias tóxicas, ajudando-o inclusive a expulsar possíveis metais pesados que se alojam nas células.

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Algumas pesquisas indicaram que o consumo de selênio está relacionado com uma redução no risco de câncer de próstata. Isto levou alguns analistas a recomendarem o consumo de castanhas-do-pará como uma medida preventiva. Estudos subsequentes sobre o efeito do selênio no câncer de próstata foram inconclusivos.

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O chá da casca da castanheira-do-pará é usado na Amazonia para tratamento do fígado, e a infusão de suas sementes para problemas estomacais.

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É também muito usada pelos caboclos para clarear os cabelos. Colocam a resina pura nos fios, expondo-os ao sol por longo tempo. No corpo, mais propriamente nos seios e abdômen, aplica-se o seu óleo bruto em massagens, para evitar estrias e amaciar a pele, deixando-a suave e sedosa. *

Compare a castanha-do-pará com a Castanha portuguesa
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*Comparamos 25 gramas de cada, o que equivale a
3 castanhas portuguesas e 6 castanhas-do-pará.
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1 - Caloria

A castanha portuguesa é a melhor opção para quem precisa controlar o peso, já que contém 32 calorias. A castanha-do-pará soma 164.

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2 - Cálcio

A castanha-do-pará oferece quase quatro vezes mais do mineral que fortalece o esqueleto — 40 miligramas —, contra apenas 11 da castanha portuguesa.

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3 - Fósforo

Esse nutriente que garante disposição aparece muito mais na castanha-do-pará: 181 miligramas. Já a castanha portuguesa fica bem atrás, com 24 miligramas.

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4 - Gorduras

A castanha-do-pará tem 16 gramas, contra 0,34 da castanha portuguesa, mas o bom é que são gorduras saudáveis, que protegem as artérias.

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5 - Potássio

A portuguesa contém 178 miligramas desse nutriente que combate a hipertensão, um pouco mais do que a castanha-do-pará, com seus 164 miligramas.

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6 - Ácido fólico

A vitamina que diminui o risco de tumores ganha um certo destaque na castanha portuguesa — são 9 microgramas, contra 5 da castanha-do-pará.

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7 - Selênio

Esse potente mineral antioxidante aparece aos montes na castanha-do-pará — são 740 microgramas. A portuguesa, coitadinha, não contém quantidade que mereça ser mencionada.


terça-feira, 5 de outubro de 2010

Emagrecer não é fácil. Por quê?

Emagrecer não é fácil Por quê



A visão, o olfato e a audição recebem estímulos que influenciam o centro da saciedade no cérebro e são responsáveis pela fome que subitamente sentimos quando estamos diante dos alimentos.
Se o clima esfria muito, a fome aumenta como resposta à necessidade de obter mais energia para manter a temperatura do corpo equilibrada.

Será por todas essas razões que começamos o controle alimentar muito bem intencionados na segunda-feira, e depois de algum tempo vamos desanimando? Será por isso que vamos incluindo no cardápio alimentos calóricos, frituras e bebidas alcoólicas que nos prejudicam?

O pior é que arrumamos justificativas para essas inclusões inadequadas: dia de festa - só hoje - só um pouquinho etc. A balança mostra, então, sua face severa e o ponteiro sobe. É a prova dos deslizes. Aí surge o desânimo como reflexo de baixa auto-estima.

De nada adianta fazer dietas malucas e utilizar remédios. Para poucos quilos perdidos, muitos outros são rapidamente recuperados. É preciso mudar o curso dessa história. Como vencer o impulso primitivo de exagerar na alimentação, se o ser humano adora uma mesa farta seguida de uma bela soneca?

Não existe uma única fórmula para todos. É preciso mudar condutas que causam obesidade. Não é fácil, mas é possível. É necessário desejar emagrecer, ter disciplina e equilíbrio emocional, abandonando hábitos alimentares que fazem parte até do álbum de família, mas não são saudáveis. Incorpore a reeducação alimentar num novo estilo de vida e acredite no benefício que um corpo mais magro traz para a saúde e para o bem estar.

Reduzir o total de calorias ingeridas pode ser uma forma de retardar o envelhecimento e aumentar a longevidade. Ajuda a prevenir o diabetes, hipertensão, reumatismo, impotência sexual, ataque cardíaco, derrame cerebral, câncer e outras doenças degenerativas. Vamos então comer menos e viver mais? Procure o prazer em outras esferas da vida e não apenas nos alimentos. Você só terá vantagens.

Por:
Flávia Leão Fernandes
CRP 06/68043 Psicóloga clínica, Mestre em Psicologia pela Universidade de Londres, Inglaterra e especialista em Psicologia Hospitalar com enfoque em obesidade.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

7 dicas para malhação: que os deuses me ajudem!

Simplesmente ir à academia não garante a boa forma. É o que se faz lá e depois que conta. Especialistas relacionam sete pontos que fazem a diferença nos efeitos do treinamento. A MOLEZA DO COSTUME
Seis meses de academia e muito suor depois, o treino vira moleza e você já sabe todos os movimentos de cor. Ou seja, não há desafio para o seu estágio de preparo físico e você não está ganhando nada com isso.

O GENE PREGUIÇOSO
Uma pesquisa do Pennington Biomedical Research Centre da Universidade Estadual da Louisiana sugere que algumas pessoas simplesmente não respondem a exercícios. Mais de 700 pessoas se submeteram a um programa de treinamento de resistência de 20 semanas e, enquanto as marcas de condicionamento aeróbico melhoraram 17% na média, algumas pessoas não apresentaram nenhuma evolução, enquanto outras chegaram a melhorar 40%.
PESOS LEVES DEMAIS
Para fazer os músculos perderem a flacidez e ganharem tônus, você precisa oferecer a eles a sobrecarga de um peso maior do que aquele a que estão acostumados. Se você consegue, por exemplo, fazer 25 repetições a mais de um exercício sem muito esforço, então, certamente não está usando uma carga adequada à exigência de seu físico. . NÃO AO LANCHE PÓS-TREINO
Acaba de sair da academia? Antes da bebida isotônica ou barra de cereal, pergunte-se: Malhou menos de uma hora? Não fará exercício amanhã? "Se a resposta a uma das perguntas for sim, fique na boa e velha água para reidratar, dispense barrinhas, cerveja e salgadinhos, e faça uma refeição normal ao chegar em casa", diz a nutricionista Anita Bean. ÓCIO NO RESTO DO TEMPO
Uma pesquisa publicada no Journal of Applied Physiology em 2002 revela que a razão porque o gasto diário total de calorias das pessoas não aumenta quando fazem exercícios é que elas queimam menos calorias durante o resto do dia por ficarem menos ativas. Infelizmente, 20 minutos de corrida em esteira não dão carta branca para ficar de pernas para o ar o resto do dia. Iniciantes podem se desgastar demais em malhações excessivas. Portanto, não devem se exercitar até a exaustão.
RITMO CONSTANTE
Ficar em forma é como subir uma escada - cada malhação contribui para alcançar o próximo degrau. Inversamente, cada sessão a que você falta é um degrau atrás. Um estudo de cientistas suecos revela que depois de uma parada de apenas seis dias, até 10% da capacidade aeróbica pode estar perdida. O vigor, felizmente, dura um pouco mais. Se você tiver que reduzir o ritmo dos exercícios por conta de outros compromissos, tente manter a intensidade em vez da freqüência.
TREINAR COM METAS
Se você é um daqueles indivíduos deslumbrados que percorrem incansavelmente todos os aparelhos da academia, fique atento: não é necessário usar todo o equipamento. Não é isso que vai determinar um bom resultado. Você vai se beneficiar muito mais de uma malhação adequada a seus objetivos específicos. Não sabe quais são eles? Pense em por que começou a malhar, no que gostaria de alcançar (definição, condicionamento, perda de peso etc) - e arranje um treinador profissional para supervisionar seu programa. Assim você terá a certeza de que não está perdendo tempo nem esforço na academia.

Humor e dieta

Quando li o livro Dieta nota 10, uma das coisas que mais me chamou atenção foi a relação que o autor faz entre desequilíbrio psicológico e comida: sempre acreditei nisso. Eu sou um exemplo dessa conduta também, minha dieta tem muito a ver com meu humor, quanto mais feliz, mas fácil é mante-la, quando estou desanimada abandono os esportes e só penso em comer porcaria! O pior é que ainda por cima sou muito mimada e não sei me dizer não... logo se não estou com  AQUELA vontade de emagrecer fica difícil...
Ainda bem que tenho uma amiga bem intencionada que me mandou ver um video da shakira na ultima semana. Vi e decidi: vou ficar sarada! RS
É fato que quando a gente malha tem mais vontade de fazer regime, até porque a endorfina melhora muito o humor. Por sorte das minhas boas companhias novamente, meu aspirante a namorado é louco por esportes e fica me atormentando pra malhar e ainda tem minha mãe que não cansa de me lembrar que estou perto dos 30 e que meus créditos esportes já acabaram algum tempo...
Bom, depois do desabafo, vamos lá. Hoje vou malhar e comer direitinho! Que as divindades me ajudem! rs

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Efeito Sanfona




As pessoas que desejam emagrecer e optam por algo radical, como jejuar, alimentar-se só de líquidos, cortar totalmente alguns grupos de alimentos e fazer uso indiscriminado de remédios, provavelmente não tem uma noção clara de que o excesso de peso é um problema sério, que deve ser tratado de forma equilibrada, isto é, respeitando o corpo e suas necessidades.

Quando o emagrecimento não faz parte de um processo consciente, ao conquistar o peso desejado a pessoa volta a comer de forma inadequada e engorda novamente. Por isso, muitos endocrinologistas constatam que quem vive de "dieta" estará acima do peso considerado saudável num futuro não muito distante.

A obesidade deve ser vista como uma doença crônica, que deve ser tratada pelo resto da vida, através da mudança de hábitos alimentares e do modo de se relacionar com a comida.

O efeito sanfona pode ser considerado uma "vingança" do organismo para fazer o corpo voltar a ter o peso que tinha antes do emagrecimento. Isso ocorre porque o cérebro tende a manter o maior peso que a pessoa já teve, pois as células de gordura adquiridas na infância e na adolescência não morrem, apenas "murcham". É necessário que o organismo passe muitos anos numa determinada faixa de peso para se adaptar a esse novo peso.

Uma coisa é certa: não existe milagre, remédio ou dieta para emagrecer definitivamente, sem que aconteça uma mudança de comportamento. Essa é a regra básica para quem deseja emagrecer e se ver livre do efeito sanfona.

É fundamental aprender a comer, porque não é possível seguir uma alimentação fora dos padrões e tomar remédios a vida inteira. Mais do que se submeter à regimes alimentares severos, é necessário mudar de atitude perante a vida e o prato de comida.

O emagrecimento deve ser um processo lento e gradual, conforme os hábitos vão se modificando. Se a pessoa não consegue controlar a quantidade e a qualidade do que come e se boicotar a alimentação saudável com ataques constantes à geladeira, seu problema deve ser analisado não só por um nutricionista, mas também por um psicólogo.

Há pelo menos dois bons motivos para não descontar os problemas na comida. O primeiro porque o verdadeiro problema não será resolvido dessa forma e o segundo porque se agravará ainda mais a obesidade. Tratar as causas de alguns problemas emocionais pode ser fundamental para que o emagrecimento ocorra e perdure.

Perder e recuperar o peso pode ter efeito psicológico negativo. Depressão, desânimo e sentimentos negativos são freqüentes em pessoas que emagrecem e depois engordam novamente. São comuns pensamentos negativos, como não sou capaz; sou um fracasso; jamais vou conseguir; me odeio por isso.

A auto-estima diminui muito, e é comum a pessoa se isolar, com vergonha do próprio corpo e como punição pelo que considera falta de capacidade para concretizar seus objetivos. Esses sentimentos fazem a pessoa se sentir fracassada e retardam a retomada do foco para as verdadeiras mudanças na alimentação e na atividade física.

Quem deseja emagrecer deve estar psicologicamente preparado para comprometer-se com mudanças no estilo de vida para o resto da vida. Sanfona? Só nas festas juninas. E olhe que já é um instrumento um tanto fora de moda!

Por:
Flávia Leão Fernandes
CRP 06/68043 Psicóloga clínica, Mestre em Psicologia pela Universidade de Londres, Inglaterra e especialista em Psicologia Hospitalar com enfoque em obesidade.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Emagrecimento - Perigos pequenos

EMAGRECIMENTO  PERIGOS PEQUENOS


Num processo de emagrecimento todos sabem que devem restringir a quantidade de alimentos, diminuir o consumo de doces, fazer exercícios físicos diários, evitar tomar líquidos nas principais refeições, ingerir no mínimo dois litros de água por dia, respeitar horários de refeições, etc.
A mente das pessoas com hábitos alimentares exagerados ou fora do padrão resiste aos apelos do emagrecimento e na tentativa de manter os comportamentos já definidos como "bons" para ela, induzem as mesmas com falsas idéias. Dessas falsas idéias, queremos chamar a atenção das leitoras para a questão do tamanho dos alimentos, principalmente os mais calóricos como chocolates e outras guloseimas.

Em qualquer tabela de calorias consultada acharemos que a barra de chocolate de duzentos gramas terá aproximadamente 1.200

calorias, quantidade essa que em média equivale ao total de calorias exigida para um dia inteiro por algumas pessoas que estão passando pelo processo de emagrecimento.

Nesse momento é que a mente entra e induz a pessoa a comer alguns quadradinhos da barra de chocolate. Por outro lado as empresas fabricantes de guloseimas lançam no mercado pacotinhos de bolinhas de chocolate, pois sabem que com essa versão miniaturizada a mente das pessoas vai aceitar, mesmo numa dieta restritiva de calorias.

Em recente trabalho pesquisadores descobriram que isso ocorre porque os pacotes menores são percebidos como "prazeres inocentes" e subestimam a quantidade de calorias contida em cada uma dessas embalagens.

No restaurante por quilo acontece o mesmo, um pequeno pedaço de frango, um bifinho, uma linguiça, uma costelinha, um quibinho, um pouquinho de lasanha ou de macarrão, um pequeno docinho, enfim tudo que é pequeno e pouco a mente induz para o consciente da pessoa que PODE. A pessoa aceita a sugestão.

No rodízio de pizza é comum as pessoas falarem que a massa é fina e que a quantidade de recheio é pequena. Essas pequenas porções somadas geram muitas calorias e a pessoa perde a noção da quantidade. Por isso é necessário interpretar que durante um emagrecimento o ambiente é de guerra, não se pode descuidar nem um minuto porque a mente, como é preguiçosa, induzirá a pessoa a comer porque "é pouco e não tem importância". Com isso não emagrece.

O processo de emagrecimento deve ser enfrentado com determinação e ser encarado como uma coisa muito importante, sem exceções, principalmente com alimentos pequenos, miniaturizados.

Por:
Dr. José Rui Bianchi
Médico psiquiatra e Autor do livro "Emagrecer também é Marketing" - DVS Editora

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Yes, we can!


If she can, we can!